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Conexão EBEM Amplia Programação E Confirma Mônica Salgado Entre Novas Palestrantes Do Evento

Sexta edição do evento reúne nomes de diferentes setores para discutir negócios, liderança, vendas, comunicação e os novos desafios do empreendedorismo feminino

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O Conexão EBEM, maior encontro de mulheres tomadoras de decisão do país, acaba de ampliar sua programação com novos nomes confirmados para a sexta edição, que acontece entre os dias 22 e 24 de setembro, no Tokio Marine Hall, em São Paulo. Promovido pela Escola Brasileira de Empreendedorismo Feminino (EBEM), o evento deve reunir cerca de 3 mil empresárias, executivas e líderes em três dias de conteúdos, experiências e conexões voltadas ao desenvolvimento profissional e empresarial.

Novos nomes se juntam à programação

Entre as novas confirmações está Mônica Salgado, jornalista, comunicadora e uma das principais referências brasileiras em comportamento, carreira e comunicação. Com uma trajetória marcada pela atuação em veículos de mídia e pela criação de conteúdos voltados ao universo feminino, Mônica chega ao Conexão para contribuir com uma discussão que ultrapassa a gestão dos negócios e envolve posicionamento, influência e construção de marca pessoal.

A programação também ganha nomes como Ju Ferraz, sócia da Holding Clube e referência no mercado de eventos e experiências; Carol Manciola, especialista em vendas, liderança e desenvolvimento de negócios; Tati Oliva, empresária e executiva com atuação no mercado de comunicação e entretenimento; e Cristina Potomati, da Lukscolor. Também estão confirmadas Latifa Kadri, da Consigaz, Isabella Hwu Lu, da Klass Vough, Deise, da Mondial, além de lideranças como Andrea Daycoval, Sophia Martins, Fernanda Mota e Gabriela Duarte.

Uma programação que já reunia grandes referências

Os novos nomes se juntam a uma programação que já conta com algumas das principais referências do empreendedorismo e da liderança empresarial feminina no país, como Chieko Aoki, fundadora e presidente da Blue Tree Hotels; Karina Sato, cofundadora da Sato Rahal; Cris Lidório, fundadora da Lustic; Ana Lygia, da PikurruchA’S; e Aline Draghi, sócia-fundadora das marcas Johns Burger, Japa One, Nappos Pizza e Lemon Restaurante.

Com uma programação que reúne diferentes gerações, setores e trajetórias profissionais, o Conexão EBEM busca ampliar a discussão sobre o que significa liderar e empreender no cenário atual. Ao longo dos três dias, serão abordados temas como estratégia, vendas, inteligência artificial, liderança, gestão, comunicação, posicionamento, inovação, saúde mental e desenvolvimento profissional.

O propósito por trás do Conexão EBEM

Para Tatyane Luncah, fundadora da EBEM, a diversidade de perfis é justamente um dos diferenciais da programação. “Queremos que o Conexão seja um espaço de encontro entre diferentes conhecimentos e experiências. Uma empresária pode aprender sobre vendas com uma especialista, liderança com uma grande executiva, posicionamento com uma comunicadora e inovação com uma empreendedora de outro setor. É essa diversidade de perspectivas que torna a experiência tão rica e faz com que as conexões continuem gerando valor muito depois dos três dias de evento”, afirma.

Criada por Tatyane, a EBEM reúne mais de 30 mil empresárias em seu ecossistema e atua no desenvolvimento de negócios liderados por mulheres por meio de capacitação, mentorias e conexões estratégicas. A escola tem como propósito impulsionar uma nova economia feminina, aproximando empresárias de conhecimento, oportunidades e relacionamentos capazes de contribuir para o crescimento de seus negócios.

Serviço

Conexão EBEM 2026

  • Data: 22, 23 e 24 de setembro de 2026
  • Local: Tokio Marine Hall – São Paulo (SP)
  • Temas centrais: Inteligência Artificial, Economia do Cuidado, Saúde Mental e Perspectivas Geracionais nos Negócios

Sobre a Escola Brasileira de Empreendedorismo Feminino (EBEM)

A Escola Brasileira de Empreendedorismo Feminino (EBEM) é pioneira no Brasil na formação e desenvolvimento de mulheres empreendedoras. Fundada pela empresária Tatyane Luncah, a instituição atua como hub de educação e negócios, promovendo programas de capacitação, mentorias, eventos e iniciativas voltadas ao fortalecimento da liderança feminina no ambiente empresarial. Com uma comunidade ativa de empresárias de diferentes setores, a EBEM conecta conhecimento, networking e oportunidades de crescimento, contribuindo para a construção de um ecossistema mais diverso e inovador para o empreendedorismo feminino no país.

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MULHER POD estreia dia 10 de Novembro sob o comando da comunicadora e influenciadora Thereza Blota

Na contramão dos conteúdos efêmeros, Thereza Blota une jornalismo, música e trocas autênticas em novo projeto audiovisual

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 Em tempos de vídeos curtos, scroll infinito e conteúdos efêmeros, criar conversas profundas e com significado virou uma forma de arte. É exatamente essa a proposta do Podcast MULHER POD, projeto comandado pela comunicadora, influenciadora e host Thereza Blota que terá sua estreia dia 10 de Novembro pelas plataformas digitais. Muito além de um simples programa de entrevistas, o podcast nasce como um refúgio para trocas autênticas sobre carreira, relacionamentos, família, desafios e recomeços da vida real.

“Num mundo acelerado onde tudo é superficial, o MULHER POD chega para desacelerar e dar voz às histórias que realmente importam. Quero que quem assista se sinta na sala de casa, trocando uma ideia sincera, sem filtros e com muita empatia sobre os altos e baixos da nossa jornada.”Enfatiza Thereza Blota, apresentadora, jornalista e influenciadora.

Outro grande grande diferencial da atração é o papel fundamental da música no formato do programa. A trilha sonora não é apenas um pano de fundo, mas uma ponte de reconexão e sensibilidade entre Teresa, seus convidados e a audiência.

“A música tem o poder de acessar lugares que as palavras às vezes não chegam. Usar a música como fio condutor nos ajuda a criar um ambiente ainda mais íntimo e emocionante, aproximando o público das vivências e memórias de cada convidado.” Conclui a comunicadora. 


Divulgação 



Serviço

● Programa: Podcast MULHER POD
● Apresentação: Thereza Blota (Jornalista, influenciadora e host)
● Slogan: “Entrevistas que inspiram, histórias que transformam.”
● Onde assistir/ouvir: Disponível nas principais plataformas digitais e no YouTube da Rádio Capital – 77.5 FM e 1040 AM https://www.youtube.com/capitalcomvoce

 

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Do modelo ao runtime: como a abertura da ‘caixa-preta’ da DeepSeek chacoalha o mercado de IA

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Enquanto a corrida pela inteligência artificial ganha tração, a infraestrutura global corre o risco de entrar em colapso financeiro e operacional: estimativas apontam que até 2030 os data centers focados em IA consumiriam até 800 TWh por ano — o equivalente a todo o consumo elétrico anual de um país do porte do Japão

 

 

A corrida global pela inteligência artificial deixou de ser disputada apenas no campo da sofisticação computacional para ser decidida no terreno árido da eficiência financeira. Ao lançar o DeepInfer como um software de código aberto, a chinesa DeepSeek não apenas disponibilizou uma nova ferramenta de otimização para a camada de inferência — a etapa em que o sistema efetivamente responde às requisições do usuário —, mas desferiu um golpe direto no modelo de segredos industriais mantido pelas gigantes do setor.

 

Créditos: Divulgação l Legenda: Software de código aberto busca reduzir gastos com processamento e consumo de energia em modelos de inteligência artificial

 



Historicamente, empresas como OpenAI e Anthropic mantiveram sob sigilo estrito suas arquiteturas de orquestração de hardware. A capacidade de otimizar a memória de vídeo (VRAM), reduzir a latência na geração dos primeiros tokens e extrair o rendimento máximo de clusters de GPUs sempre figurou como a verdadeira “fórmula secreta” por trás das margens de lucro e da viabilidade comercial das APIs proprietárias. ao publicar a mesma infraestrutura que utiliza em sua cadeia de produção, a empresa sediada em Hangzhou entrega ao mercado global o manual de engenharia que viabilizava seus baixos custos operacionais.

 

Para o ecossistema open-source, o movimento altera o patamar da competição. Até então, a grande barreira para a adoção de modelos abertos em larga escala não era a qualidade das respostas, mas o custo astronômico de mantê-los rodando em servidores dedicados.

 

“O grande gargalo das empresas ao adotar inteligência artificial nunca foi apenas a contratação dos modelos, mas o custo oculto da infraestrutura rodando 24 horas por dia”, afirma Breno Lobato, especialista em Inteligência Artificial para empresas; 

“Quando uma gigante chinesa abre a arquitetura de orquestração que usava para baratear a própria operação, ela democratiza uma eficiência que antes só estava ao alcance de orçamentos bilionários. Isso muda a matemática financeira da IA corporativa.”

 

A estratégia também pressiona os provedores de nuvem e as empresas de tecnologia que construíram suas ofertas vendendo acesso a infraestruturas otimizadas. Com a distribuição gratuita de ferramentas de orquestração de nível industrial, a simples capacidade de entregar respostas rápidas deixa de ser um diferencial precificável e passa a ser o requisito mínimo do mercado.

 

“A inferência está se tornando uma commodity. Daqui para a frente, nenhuma empresa vai aceitar pagar apenas pela ‘mágica de infraestrutura’ de um provedor”, avalia Lobato. “Com ferramentas como o DeepInfer disponíveis de forma aberta, o valor real da IA nas empresas migra definitivamente da camada de processamento para a capacidade da aplicação em resolver dores específicas do negócio.”

 

Ao transformar engenharia de ponta em bem público, o movimento da DeepSeek recalibra as expectativas do setor: a eficiência energética e o controle rigoroso de custos deixam de ser vantagens competitivas temporárias e passam a definir a nova régua de sobrevivência para todo o ecossistema de tecnologia.

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Kátia Regina de Araújo: uma trajetória internacional de coragem, empreendedorismo e reconhecimento

Após viver aproximadamente 35 anos na Holanda, Kátia Regina de Araújo retornou ao Brasil trazendo uma bagagem de experiências internacionais, liderança e empreendedorismo.

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Com uma trajetória profissional marcada por 17 anos de atuação no setor de segurança e gestão aeroportuária na Holanda, onde exerceu funções de liderança e supervisão regional, Kátia também acumulou experiência no comércio internacional, especialmente nas áreas de importação e exportação.

Atualmente, é fundadora e CEO da ARÁ-YMÃ Amazônia, empresa voltada ao desenvolvimento e à comercialização de produtos naturais, cafés e oportunidades de negócios nos mercados brasileiro e internacional. Seu projeto busca valorizar a riqueza da Amazônia, conectar produtores a novos mercados e promover oportunidades de crescimento sustentável.

Sua trajetória também ganhou destaque na literatura. Participante da obra coletiva Mulheres Essenciais, apresentada na Bienal do Livro de São Paulo em 2026, Kátia segue desenvolvendo novos projetos literários, incluindo seu livro autoral Você Também Importa.

Em 2026, sua história passou a despertar o interesse de revistas, veículos de comunicação e programas de televisão. Entre os reconhecimentos recebidos e anunciados estão homenagens à sua trajetória profissional, literária e empreendedora, além da Comenda Excelência e Qualidade Brasil 2026, cuja cerimônia está prevista para novembro, em São Paulo.

Mais do que celebrar conquistas, Kátia deseja transmitir uma mensagem de coragem, determinação e esperança.

“Acredito que nunca é tarde para recomeçar, transformar experiências em oportunidades e construir um legado. O verdadeiro sucesso não está apenas nas conquistas, mas também naquilo que podemos oferecer às pessoas e ao mundo.”

Hoje, Kátia representa uma mulher que transformou experiências de vida em novos projetos, unindo empreendedorismo, literatura e propósito.

Para mais informações:

https://www.instagram.com/araujoka1?mdxt=MXhxaDd2NHZ5Z21iMw==

https://www.instagram.com/arayma.amazonia?rpxt=ZzZ2cGFtN25ibGI5

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