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Quem é Urandir Fernandes de Oliveira, que anunciou o multigerador de energia

Fundador e presidente do Ecossistema Dakila apresentou o projeto a mais de mil pessoas em Corguinho (MS)

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Fundador e presidente do Ecossistema Dakila, Urandir Fernandes de Oliveira foi quem anunciou o Multigerador de Energia Quântica ao público, no domingo (11), em Corguinho (MS). O site do ecossistema o apresenta como a figura em torno da qual se reúnem esforços acadêmicos, empresariais e filantrópicos, ao lado de parceiros. No Recanto de Havalon, diante de mais de mil pessoas, ele colocou o multigerador como a nova frente dessa estrutura, em um momento que a associação trata como marco para a divulgação de suas iniciativas de energia.


Urandir Fernandes de Oliveira anunciou o Multigerador de Energia Quântica no Recanto de Havalon. Foto: Divulgação/Ecossistema Dakila


Quem é Urandir Fernandes de Oliveira?

Urandir Fernandes de Oliveira é fundador e presidente do Ecossistema Dakila. Segundo o site, o ecossistema reúne os esforços acadêmicos, empresariais e filantrópicos dele e de seus parceiros. Quem quiser conhecer a trajetória encontra, no site do ecossistema, seções dedicadas à biografia de Urandir e à sua história, além de artigos. Foi com essa apresentação que ele subiu ao palco para apresentar a tecnologia ao público presente em Corguinho.

O que é o Ecossistema Dakila e onde ele atua

O Ecossistema Dakila tem base na Cidade Zigurats, em Corguinho, onde promove atividades de campo. A edição deste mês foi realizada de 8 a 13 de outubro e recebeu visitantes de vários estados brasileiros e de outros países. A apresentação do multigerador, no domingo (11), foi um dos momentos da programação e reuniu mais de mil pessoas, o que dá a dimensão do público que a associação consegue mobilizar em torno de seus projetos. Receber visitantes de vários estados e de outros países em uma cidade do interior de Mato Grosso do Sul também é um dado que a associação destaca ao falar do alcance do trabalho de Urandir.

Qual foi o papel de Urandir no lançamento do multigerador

Urandir conduziu o anúncio e apresentou o multigerador como “a energia do futuro”, tecnologia que, segundo Dakila, foi criada para atender a uma demanda global e transformar a vida de milhares de famílias. A parte técnica conta com a participação do engenheiro eletricista Severiano Castelo, e o desenvolvimento é resultado da parceria entre o Ecossistema Dakila e a S&S Tecnologia. A divisão de funções ajuda a explicar como o projeto foi apresentado: visão geral do projeto no palco, coordenação e engenharia por trás. Para quem acompanha o Ecossistema Dakila, ver o fundador à frente do anúncio reforça que o multigerador é tratado como prioridade.

O que o Multigerador de Energia Quântica promete

O multigerador tem como lema “Energia que gera mais energia”. Segundo os desenvolvedores, o equipamento reúne retroalimentação energética, em que parte da energia produzida volta ao próprio sistema, controle de frequências programáveis e uma fonte chamada de “energia solar artificial”, com referência aos estudos de Nikola Tesla. A associação o descreve como energia limpa e sustentável, com menor impacto ambiental, e fala em geração exponencial, que se potencializa de forma contínua.

Mais de mil pessoas acompanharam o anúncio do projeto em Corguinho (MS). Foto: Divulgação/Ecossistema Dakila

Quais são as possibilidades de uso da tecnologia?

Durante o evento, foi apresentado um protótipo de grandes dimensões. Segundo os desenvolvedores, o equipamento teria capacidade para abastecer de oito a 15 residências, conforme as condições de utilização, e a equipe prevê versões compactas, com tamanho aproximado ao de um frigobar. O projeto prevê ainda propostas experimentais sobre possíveis interações entre energia, frequências, campos e sistemas biológicos.

Quais são os próximos passos do projeto?

A comercialização está prevista para março de 2027. Até lá, o projeto deverá avançar nas etapas de desenvolvimento e preparação das futuras versões, e a associação espera que o interesse visto em Corguinho renda parcerias e reconhecimento para o Ecossistema Dakila e para seu fundador. Para Urandir, o lançamento em Corguinho é o primeiro passo de uma divulgação que deve crescer à medida que a data de comercialização se aproxima.

Onde conhecer mais sobre Urandir e o multigerador

A história de Urandir e as novidades do projeto estão no site dakila.com.br, e a página dedicada ao Multigerador de Energia Quântica reúne as informações do equipamento. O contato divulgado pela equipe é multigerador@dakila.com.br.

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MULHER POD estreia dia 10 de Novembro sob o comando da comunicadora e influenciadora Thereza Blota

Na contramão dos conteúdos efêmeros, Thereza Blota une jornalismo, música e trocas autênticas em novo projeto audiovisual

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 Em tempos de vídeos curtos, scroll infinito e conteúdos efêmeros, criar conversas profundas e com significado virou uma forma de arte. É exatamente essa a proposta do Podcast MULHER POD, projeto comandado pela comunicadora, influenciadora e host Thereza Blota que terá sua estreia dia 10 de Novembro pelas plataformas digitais. Muito além de um simples programa de entrevistas, o podcast nasce como um refúgio para trocas autênticas sobre carreira, relacionamentos, família, desafios e recomeços da vida real.

“Num mundo acelerado onde tudo é superficial, o MULHER POD chega para desacelerar e dar voz às histórias que realmente importam. Quero que quem assista se sinta na sala de casa, trocando uma ideia sincera, sem filtros e com muita empatia sobre os altos e baixos da nossa jornada.”Enfatiza Thereza Blota, apresentadora, jornalista e influenciadora.

Outro grande grande diferencial da atração é o papel fundamental da música no formato do programa. A trilha sonora não é apenas um pano de fundo, mas uma ponte de reconexão e sensibilidade entre Teresa, seus convidados e a audiência.

“A música tem o poder de acessar lugares que as palavras às vezes não chegam. Usar a música como fio condutor nos ajuda a criar um ambiente ainda mais íntimo e emocionante, aproximando o público das vivências e memórias de cada convidado.” Conclui a comunicadora. 


Divulgação 



Serviço

● Programa: Podcast MULHER POD
● Apresentação: Thereza Blota (Jornalista, influenciadora e host)
● Slogan: “Entrevistas que inspiram, histórias que transformam.”
● Onde assistir/ouvir: Disponível nas principais plataformas digitais e no YouTube da Rádio Capital – 77.5 FM e 1040 AM https://www.youtube.com/capitalcomvoce

 

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Do modelo ao runtime: como a abertura da ‘caixa-preta’ da DeepSeek chacoalha o mercado de IA

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Enquanto a corrida pela inteligência artificial ganha tração, a infraestrutura global corre o risco de entrar em colapso financeiro e operacional: estimativas apontam que até 2030 os data centers focados em IA consumiriam até 800 TWh por ano — o equivalente a todo o consumo elétrico anual de um país do porte do Japão

 

 

A corrida global pela inteligência artificial deixou de ser disputada apenas no campo da sofisticação computacional para ser decidida no terreno árido da eficiência financeira. Ao lançar o DeepInfer como um software de código aberto, a chinesa DeepSeek não apenas disponibilizou uma nova ferramenta de otimização para a camada de inferência — a etapa em que o sistema efetivamente responde às requisições do usuário —, mas desferiu um golpe direto no modelo de segredos industriais mantido pelas gigantes do setor.

 

Créditos: Divulgação l Legenda: Software de código aberto busca reduzir gastos com processamento e consumo de energia em modelos de inteligência artificial

 



Historicamente, empresas como OpenAI e Anthropic mantiveram sob sigilo estrito suas arquiteturas de orquestração de hardware. A capacidade de otimizar a memória de vídeo (VRAM), reduzir a latência na geração dos primeiros tokens e extrair o rendimento máximo de clusters de GPUs sempre figurou como a verdadeira “fórmula secreta” por trás das margens de lucro e da viabilidade comercial das APIs proprietárias. ao publicar a mesma infraestrutura que utiliza em sua cadeia de produção, a empresa sediada em Hangzhou entrega ao mercado global o manual de engenharia que viabilizava seus baixos custos operacionais.

 

Para o ecossistema open-source, o movimento altera o patamar da competição. Até então, a grande barreira para a adoção de modelos abertos em larga escala não era a qualidade das respostas, mas o custo astronômico de mantê-los rodando em servidores dedicados.

 

“O grande gargalo das empresas ao adotar inteligência artificial nunca foi apenas a contratação dos modelos, mas o custo oculto da infraestrutura rodando 24 horas por dia”, afirma Breno Lobato, especialista em Inteligência Artificial para empresas; 

“Quando uma gigante chinesa abre a arquitetura de orquestração que usava para baratear a própria operação, ela democratiza uma eficiência que antes só estava ao alcance de orçamentos bilionários. Isso muda a matemática financeira da IA corporativa.”

 

A estratégia também pressiona os provedores de nuvem e as empresas de tecnologia que construíram suas ofertas vendendo acesso a infraestruturas otimizadas. Com a distribuição gratuita de ferramentas de orquestração de nível industrial, a simples capacidade de entregar respostas rápidas deixa de ser um diferencial precificável e passa a ser o requisito mínimo do mercado.

 

“A inferência está se tornando uma commodity. Daqui para a frente, nenhuma empresa vai aceitar pagar apenas pela ‘mágica de infraestrutura’ de um provedor”, avalia Lobato. “Com ferramentas como o DeepInfer disponíveis de forma aberta, o valor real da IA nas empresas migra definitivamente da camada de processamento para a capacidade da aplicação em resolver dores específicas do negócio.”

 

Ao transformar engenharia de ponta em bem público, o movimento da DeepSeek recalibra as expectativas do setor: a eficiência energética e o controle rigoroso de custos deixam de ser vantagens competitivas temporárias e passam a definir a nova régua de sobrevivência para todo o ecossistema de tecnologia.

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Kátia Regina de Araújo: uma trajetória internacional de coragem, empreendedorismo e reconhecimento

Após viver aproximadamente 35 anos na Holanda, Kátia Regina de Araújo retornou ao Brasil trazendo uma bagagem de experiências internacionais, liderança e empreendedorismo.

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Com uma trajetória profissional marcada por 17 anos de atuação no setor de segurança e gestão aeroportuária na Holanda, onde exerceu funções de liderança e supervisão regional, Kátia também acumulou experiência no comércio internacional, especialmente nas áreas de importação e exportação.

Atualmente, é fundadora e CEO da ARÁ-YMÃ Amazônia, empresa voltada ao desenvolvimento e à comercialização de produtos naturais, cafés e oportunidades de negócios nos mercados brasileiro e internacional. Seu projeto busca valorizar a riqueza da Amazônia, conectar produtores a novos mercados e promover oportunidades de crescimento sustentável.

Sua trajetória também ganhou destaque na literatura. Participante da obra coletiva Mulheres Essenciais, apresentada na Bienal do Livro de São Paulo em 2026, Kátia segue desenvolvendo novos projetos literários, incluindo seu livro autoral Você Também Importa.

Em 2026, sua história passou a despertar o interesse de revistas, veículos de comunicação e programas de televisão. Entre os reconhecimentos recebidos e anunciados estão homenagens à sua trajetória profissional, literária e empreendedora, além da Comenda Excelência e Qualidade Brasil 2026, cuja cerimônia está prevista para novembro, em São Paulo.

Mais do que celebrar conquistas, Kátia deseja transmitir uma mensagem de coragem, determinação e esperança.

“Acredito que nunca é tarde para recomeçar, transformar experiências em oportunidades e construir um legado. O verdadeiro sucesso não está apenas nas conquistas, mas também naquilo que podemos oferecer às pessoas e ao mundo.”

Hoje, Kátia representa uma mulher que transformou experiências de vida em novos projetos, unindo empreendedorismo, literatura e propósito.

Para mais informações:

https://www.instagram.com/araujoka1?mdxt=MXhxaDd2NHZ5Z21iMw==

https://www.instagram.com/arayma.amazonia?rpxt=ZzZ2cGFtN25ibGI5

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