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Marcio Art celebra trajetória que atravessa gerações do pagode e apresenta “Volta Pra Mim”

Com passagem pelo grupo Art Popular e uma carreira solo construída desde 2011, cantor segue em plena atividade e revisita sua história em documentário da Globoplay sobre o pagode dos anos 90

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A história de Marcio Ferreira Lisboa, o Marcio Art, está diretamente ligada a um dos períodos mais marcantes da música brasileira. Natural da Zona Norte de São Paulo, o cantor viveu de perto a explosão do pagode nos anos 90 e fez parte da trajetória do Art Popular, grupo que se tornou uma das referências do gênero e ajudou a consolidar o pagode paulista em todo o país.

A relação de Márcio com a música, no entanto, começou muito antes da profissionalização. Inspirado pelo pai, ele cantava desde os 10 anos de idade em festinhas e almoços de família. O que começou ainda na infância se transformou em uma trajetória profissional construída ao longo de décadas, tendo o samba e o pagode como principais referências.

Depois de sua experiência com o Art Popular e de uma trajetória marcada por importantes momentos do pagode brasileiro, Marcio Art constrói desde 2011 sua carreira solo, desenvolvendo novos trabalhos, realizando apresentações e mantendo uma relação constante com o público. Ao longo desse período, o artista consolidou uma identidade própria sem se afastar das raízes que marcaram sua formação musical.

É justamente essa longevidade que conecta o artista ao atual momento de valorização do pagode dos anos 90. Márcio Art participou de um documentário da Globoplay dedicado à história do gênero naquela década, contribuindo com sua experiência e suas memórias de quem esteve diretamente inserido naquela cena musical.


Divulgação 


A participação no projeto reforça a relevância de sua trajetória e mostra como a história construída por aquela geração continua reverberando. O pagode dos anos 90 permanece presente na memória afetiva de milhões de brasileiros e, ao mesmo tempo, vem conquistando novos ouvintes, que descobrem artistas e grupos responsáveis por transformar o gênero em um fenômeno nacional.

Sem transformar o passado em um ponto de chegada, Marcio Art segue movimentando sua carreira e apresentando novidades. “Volta Pra Mim” é sua atual música de trabalho e representa esse momento de continuidade artística, em que o cantor mantém suas raízes no pagode enquanto apresenta novas canções e projetos ao público.

A faixa chega como parte de uma trajetória que nunca foi interrompida. Marcio Art nunca deixou de cantar, produzir e estar presente na cena do pagode. Sua carreira solo vem sendo construída de forma contínua desde 2011, mantendo viva a conexão com o gênero que acompanha sua vida desde a infância. 

Paralelamente à carreira solo, Marcio Art também integra o projeto Samba 90 Graus, ao lado de Netinho de Paula e Chrigor. A iniciativa reúne no mesmo palco três nomes ligados à história do pagode brasileiro e celebra a força de um gênero que marcou uma geração e continua atravessando diferentes públicos. Para Márcio, o projeto representa mais uma frente de atuação em uma carreira que permanece ativa e conectada às suas raízes musicais.

Entre as lembranças de uma década que marcou o pagode brasileiro e os novos capítulos de sua carreira, Marcio Art representa uma trajetória de permanência. Um artista que ajudou a escrever parte dessa história e que continua escrevendo a sua, agora com novas músicas, novos projetos e a mesma paixão que o acompanha desde os 10 anos.

Com “Volta Pra Mim”, Marcio Art reafirma sua identidade e mostra que, para quem vive verdadeiramente o pagode, a história não é feita apenas de grandes momentos do passado, mas também de tudo aquilo que continua sendo construído no presente.

Ouça aqui Volta Pra Mim – https://open.spotify.com/track/3WjNw0oOZvUCgCcDH0TvYY?si=8BujBzPmQIOUESP1NSsttw&utm_source=copy-link

Contatos Imprensa Marcio Art 

Carol Freitas Assessoria 

11 98110-6493 

Carolfreitas.jornalista@gmail.com

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MULHER POD estreia dia 10 de Novembro sob o comando da comunicadora e influenciadora Thereza Blota

Na contramão dos conteúdos efêmeros, Thereza Blota une jornalismo, música e trocas autênticas em novo projeto audiovisual

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 Em tempos de vídeos curtos, scroll infinito e conteúdos efêmeros, criar conversas profundas e com significado virou uma forma de arte. É exatamente essa a proposta do Podcast MULHER POD, projeto comandado pela comunicadora, influenciadora e host Thereza Blota que terá sua estreia dia 10 de Novembro pelas plataformas digitais. Muito além de um simples programa de entrevistas, o podcast nasce como um refúgio para trocas autênticas sobre carreira, relacionamentos, família, desafios e recomeços da vida real.

“Num mundo acelerado onde tudo é superficial, o MULHER POD chega para desacelerar e dar voz às histórias que realmente importam. Quero que quem assista se sinta na sala de casa, trocando uma ideia sincera, sem filtros e com muita empatia sobre os altos e baixos da nossa jornada.”Enfatiza Thereza Blota, apresentadora, jornalista e influenciadora.

Outro grande grande diferencial da atração é o papel fundamental da música no formato do programa. A trilha sonora não é apenas um pano de fundo, mas uma ponte de reconexão e sensibilidade entre Teresa, seus convidados e a audiência.

“A música tem o poder de acessar lugares que as palavras às vezes não chegam. Usar a música como fio condutor nos ajuda a criar um ambiente ainda mais íntimo e emocionante, aproximando o público das vivências e memórias de cada convidado.” Conclui a comunicadora. 


Divulgação 



Serviço

● Programa: Podcast MULHER POD
● Apresentação: Thereza Blota (Jornalista, influenciadora e host)
● Slogan: “Entrevistas que inspiram, histórias que transformam.”
● Onde assistir/ouvir: Disponível nas principais plataformas digitais e no YouTube da Rádio Capital – 77.5 FM e 1040 AM https://www.youtube.com/capitalcomvoce

 

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Do modelo ao runtime: como a abertura da ‘caixa-preta’ da DeepSeek chacoalha o mercado de IA

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Enquanto a corrida pela inteligência artificial ganha tração, a infraestrutura global corre o risco de entrar em colapso financeiro e operacional: estimativas apontam que até 2030 os data centers focados em IA consumiriam até 800 TWh por ano — o equivalente a todo o consumo elétrico anual de um país do porte do Japão

 

 

A corrida global pela inteligência artificial deixou de ser disputada apenas no campo da sofisticação computacional para ser decidida no terreno árido da eficiência financeira. Ao lançar o DeepInfer como um software de código aberto, a chinesa DeepSeek não apenas disponibilizou uma nova ferramenta de otimização para a camada de inferência — a etapa em que o sistema efetivamente responde às requisições do usuário —, mas desferiu um golpe direto no modelo de segredos industriais mantido pelas gigantes do setor.

 

Créditos: Divulgação l Legenda: Software de código aberto busca reduzir gastos com processamento e consumo de energia em modelos de inteligência artificial

 



Historicamente, empresas como OpenAI e Anthropic mantiveram sob sigilo estrito suas arquiteturas de orquestração de hardware. A capacidade de otimizar a memória de vídeo (VRAM), reduzir a latência na geração dos primeiros tokens e extrair o rendimento máximo de clusters de GPUs sempre figurou como a verdadeira “fórmula secreta” por trás das margens de lucro e da viabilidade comercial das APIs proprietárias. ao publicar a mesma infraestrutura que utiliza em sua cadeia de produção, a empresa sediada em Hangzhou entrega ao mercado global o manual de engenharia que viabilizava seus baixos custos operacionais.

 

Para o ecossistema open-source, o movimento altera o patamar da competição. Até então, a grande barreira para a adoção de modelos abertos em larga escala não era a qualidade das respostas, mas o custo astronômico de mantê-los rodando em servidores dedicados.

 

“O grande gargalo das empresas ao adotar inteligência artificial nunca foi apenas a contratação dos modelos, mas o custo oculto da infraestrutura rodando 24 horas por dia”, afirma Breno Lobato, especialista em Inteligência Artificial para empresas; 

“Quando uma gigante chinesa abre a arquitetura de orquestração que usava para baratear a própria operação, ela democratiza uma eficiência que antes só estava ao alcance de orçamentos bilionários. Isso muda a matemática financeira da IA corporativa.”

 

A estratégia também pressiona os provedores de nuvem e as empresas de tecnologia que construíram suas ofertas vendendo acesso a infraestruturas otimizadas. Com a distribuição gratuita de ferramentas de orquestração de nível industrial, a simples capacidade de entregar respostas rápidas deixa de ser um diferencial precificável e passa a ser o requisito mínimo do mercado.

 

“A inferência está se tornando uma commodity. Daqui para a frente, nenhuma empresa vai aceitar pagar apenas pela ‘mágica de infraestrutura’ de um provedor”, avalia Lobato. “Com ferramentas como o DeepInfer disponíveis de forma aberta, o valor real da IA nas empresas migra definitivamente da camada de processamento para a capacidade da aplicação em resolver dores específicas do negócio.”

 

Ao transformar engenharia de ponta em bem público, o movimento da DeepSeek recalibra as expectativas do setor: a eficiência energética e o controle rigoroso de custos deixam de ser vantagens competitivas temporárias e passam a definir a nova régua de sobrevivência para todo o ecossistema de tecnologia.

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Kátia Regina de Araújo: uma trajetória internacional de coragem, empreendedorismo e reconhecimento

Após viver aproximadamente 35 anos na Holanda, Kátia Regina de Araújo retornou ao Brasil trazendo uma bagagem de experiências internacionais, liderança e empreendedorismo.

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Com uma trajetória profissional marcada por 17 anos de atuação no setor de segurança e gestão aeroportuária na Holanda, onde exerceu funções de liderança e supervisão regional, Kátia também acumulou experiência no comércio internacional, especialmente nas áreas de importação e exportação.

Atualmente, é fundadora e CEO da ARÁ-YMÃ Amazônia, empresa voltada ao desenvolvimento e à comercialização de produtos naturais, cafés e oportunidades de negócios nos mercados brasileiro e internacional. Seu projeto busca valorizar a riqueza da Amazônia, conectar produtores a novos mercados e promover oportunidades de crescimento sustentável.

Sua trajetória também ganhou destaque na literatura. Participante da obra coletiva Mulheres Essenciais, apresentada na Bienal do Livro de São Paulo em 2026, Kátia segue desenvolvendo novos projetos literários, incluindo seu livro autoral Você Também Importa.

Em 2026, sua história passou a despertar o interesse de revistas, veículos de comunicação e programas de televisão. Entre os reconhecimentos recebidos e anunciados estão homenagens à sua trajetória profissional, literária e empreendedora, além da Comenda Excelência e Qualidade Brasil 2026, cuja cerimônia está prevista para novembro, em São Paulo.

Mais do que celebrar conquistas, Kátia deseja transmitir uma mensagem de coragem, determinação e esperança.

“Acredito que nunca é tarde para recomeçar, transformar experiências em oportunidades e construir um legado. O verdadeiro sucesso não está apenas nas conquistas, mas também naquilo que podemos oferecer às pessoas e ao mundo.”

Hoje, Kátia representa uma mulher que transformou experiências de vida em novos projetos, unindo empreendedorismo, literatura e propósito.

Para mais informações:

https://www.instagram.com/araujoka1?mdxt=MXhxaDd2NHZ5Z21iMw==

https://www.instagram.com/arayma.amazonia?rpxt=ZzZ2cGFtN25ibGI5

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