Ratanabá: descobertas monumentais e expedições de ponta revelam os mistérios de uma civilização ancestral na Amazônia
Dakila Pesquisas reúne registros de campo impressionantes, formações rochosas e vestígios arqueológicos inéditos, fortalecendo as evidências de uma antiga e avançada civilização em território brasileiro.
Crânios de formato alongado, marcas singulares em formações rochosas e estruturas monumentais em meio à vegetação amazônica estão entre os fascinantes registros apresentados pelo Dakila Pesquisas. A associação lidera as investigações sobre Ratanabá, reunindo fortes indícios de que a região amazônica abrigou a primeira grande civilização da humanidade, apresentando o local como uma verdadeira capital de alcance mundial no passado.
O vasto material documentado pelo grupo inclui fotografias de alta resolução, coordenadas geográficas exatas e descrições minuciosas de ocorrências observadas durante rigorosas expedições. No centro dessas descobertas estão os intrigantes crânios alongados e as marcas conhecidas como Pezão de Ratanabá, impressões gigantescas perfeitamente preservadas na rocha.
Crânios alongados e a biologia de nossos ancestrais
Para o Dakila Pesquisas, os crânios alongados encontrados corroboram a existência de uma população com características biológicas únicas e diferenciadas. Esse acervo arqueológico representa uma peça fundamental para compreender as linhagens que habitaram a América do Sul. A equipe analisa detalhadamente o contexto desses achados para traçar o perfil biológico e cultural dessa sociedade fascinante.
Pezão de Ratanabá: as marcas dos gigantes na rocha
Outro elemento de grande impacto nas investigações são as marcas batizadas de Pezão de Ratanabá. As impressões milenares cravadas nas rochas indicam a presença de seres de proporções muito superiores às humanas, um achado que atesta a grandiosidade dos habitantes primordiais da região e desafia o que se conhecia sobre a história antiga do Brasil.
Com um compromisso inabalável com a preservação, as expedições registram blocos de dimensões colossais, sulcos e estruturas arquitetônicas complexas que repousam sob a vegetação. Empregando métodos não invasivos de ponta, a equipe fotografa e georreferencia cada detalhe. O rigor metodológico é tanto que as informações catalogadas são prontamente mapeadas e encaminhadas ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), demonstrando a seriedade e o compromisso institucional do trabalho.
Pesquisas avançam e mapeiam Mato Grosso, Amazonas e Pará
As atividades de campo avançam de forma estruturada, com registros concentrados no Mato Grosso, Amazonas e Pará. O grupo reúne profissionais multidisciplinares para documentar as ocorrências e cruzar os dados de altíssima precisão obtidos nas expedições.
Estruturas antes ocultas pelos sedimentos e pela densa floresta estão sendo sistematicamente reveladas. O banco de dados do projeto, riquíssimo em coordenadas, descrições topográficas e cronologia, pavimenta o caminho para a consolidação deste monumental mapeamento arqueológico.
Caminho de Peabiru e o geoglifo em São Paulo
Além do desbravamento amazônico, a excelência do grupo se estende ao interior paulista. O Dakila Pesquisas tem mapeado o mítico Caminho de Peabiru, uma impressionante malha viária indígena que conectava a América do Sul.
Com o auxílio de tecnologia de drones e levantamentos aéreos, a equipe identificou valetas e traçados topográficos no sudeste de São Paulo que compõem um grandioso geoglifo. O trabalho minucioso busca evidenciar a complexa rede de engenharia e comunicação de nossos ancestrais.
Cidade Zigurats: o polo tecnológico da pesquisa
Toda essa operação monumental tem como base a Cidade Zigurats, localizada em Corguinho (MS), sede de excelência do Ecossistema Dakila. O complexo moderno funciona como o polo de inteligência onde os dados das expedições são processados. O espaço, que frequentemente sedia encontros de campo e imersões (como a intensa programação realizada em outubro), é a espinha dorsal de todo o suporte logístico para as investigações sobre Ratanabá.
Equipe técnica de peso e multidisciplinaridade
Para garantir a precisão e a autoridade dos levantamentos, a associação conta com um corpo técnico altamente qualificado. A frente das análises estão especialistas como o geoarqueólogo Saulo Ivan Nery, graduado em Geografia pela FCT/Unesp; a arqueóloga Giovanna Neiva (UFPI), especialista em arqueologia pré-contato e arte rupestre; e a arqueóloga Natália Reikdal (FURG).
A expertise acadêmica desses profissionais — unindo geografia, etnologia e geoarqueologia — confere grande solidez à condução das pesquisas. Com um trabalho incansável de campo e análises aprofundadas, o Dakila Pesquisas segue desvendando a história de Ratanabá, compartilhando de forma transparente com o público provas robustas que têm o potencial de reescrever não apenas a história do Brasil, mas de toda a civilização humana.
Em tempos de vídeos curtos, scroll infinito e conteúdos efêmeros, criar conversas profundas e com significado virou uma forma de arte. É exatamente essa a proposta do Podcast MULHER POD, projeto comandado pela comunicadora, influenciadora e host Thereza Blota que terá sua estreia dia 10 de Novembro pelas plataformas digitais. Muito além de um simples programa de entrevistas, o podcast nasce como um refúgio para trocas autênticas sobre carreira, relacionamentos, família, desafios e recomeços da vida real.
“Num mundo acelerado onde tudo é superficial, o MULHER POD chega para desacelerar e dar voz às histórias que realmente importam. Quero que quem assista se sinta na sala de casa, trocando uma ideia sincera, sem filtros e com muita empatia sobre os altos e baixos da nossa jornada.”Enfatiza Thereza Blota, apresentadora, jornalista e influenciadora.
Outro grande grande diferencial da atração é o papel fundamental da música no formato do programa. A trilha sonora não é apenas um pano de fundo, mas uma ponte de reconexão e sensibilidade entre Teresa, seus convidados e a audiência.
“A música tem o poder de acessar lugares que as palavras às vezes não chegam. Usar a música como fio condutor nos ajuda a criar um ambiente ainda mais íntimo e emocionante, aproximando o público das vivências e memórias de cada convidado.” Conclui a comunicadora.
Divulgação
Serviço
● Programa: Podcast MULHER POD
● Apresentação: Thereza Blota (Jornalista, influenciadora e host)
● Slogan: “Entrevistas que inspiram, histórias que transformam.”
● Onde assistir/ouvir:Disponível nas principais plataformas digitais e no YouTube da Rádio Capital – 77.5 FM e 1040 AM https://www.youtube.com/capitalcomvoce
Enquanto a corrida pela inteligência artificial ganha tração, a infraestrutura global corre o risco de entrar em colapso financeiro e operacional: estimativas apontam que até 2030 os data centers focados em IA consumiriam até 800 TWh por ano — o equivalente a todo o consumo elétrico anual de um país do porte do Japão
A corrida global pela inteligência artificial deixou de ser disputada apenas no campo da sofisticação computacional para ser decidida no terreno árido da eficiência financeira. Ao lançar o DeepInfer como um software de código aberto, a chinesa DeepSeek não apenas disponibilizou uma nova ferramenta de otimização para a camada de inferência — a etapa em que o sistema efetivamente responde às requisições do usuário —, mas desferiu um golpe direto no modelo de segredos industriais mantido pelas gigantes do setor.
Créditos: Divulgação l Legenda: Software de código aberto busca reduzir gastos com processamento e consumo de energia em modelos de inteligência artificial
Historicamente, empresas como OpenAI e Anthropic mantiveram sob sigilo estrito suas arquiteturas de orquestração de hardware. A capacidade de otimizar a memória de vídeo (VRAM), reduzir a latência na geração dos primeiros tokens e extrair o rendimento máximo de clusters de GPUs sempre figurou como a verdadeira “fórmula secreta” por trás das margens de lucro e da viabilidade comercial das APIs proprietárias. ao publicar a mesma infraestrutura que utiliza em sua cadeia de produção, a empresa sediada em Hangzhou entrega ao mercado global o manual de engenharia que viabilizava seus baixos custos operacionais.
Para o ecossistema open-source, o movimento altera o patamar da competição. Até então, a grande barreira para a adoção de modelos abertos em larga escala não era a qualidade das respostas, mas o custo astronômico de mantê-los rodando em servidores dedicados.
“O grande gargalo das empresas ao adotar inteligência artificial nunca foi apenas a contratação dos modelos, mas o custo oculto da infraestrutura rodando 24 horas por dia”, afirma Breno Lobato, especialista em Inteligência Artificial para empresas;
“Quando uma gigante chinesa abre a arquitetura de orquestração que usava para baratear a própria operação, ela democratiza uma eficiência que antes só estava ao alcance de orçamentos bilionários. Isso muda a matemática financeira da IA corporativa.”
A estratégia também pressiona os provedores de nuvem e as empresas de tecnologia que construíram suas ofertas vendendo acesso a infraestruturas otimizadas. Com a distribuição gratuita de ferramentas de orquestração de nível industrial, a simples capacidade de entregar respostas rápidas deixa de ser um diferencial precificável e passa a ser o requisito mínimo do mercado.
“A inferência está se tornando uma commodity. Daqui para a frente, nenhuma empresa vai aceitar pagar apenas pela ‘mágica de infraestrutura’ de um provedor”, avalia Lobato. “Com ferramentas como o DeepInfer disponíveis de forma aberta, o valor real da IA nas empresas migra definitivamente da camada de processamento para a capacidade da aplicação em resolver dores específicas do negócio.”
Ao transformar engenharia de ponta em bem público, o movimento da DeepSeek recalibra as expectativas do setor: a eficiência energética e o controle rigoroso de custos deixam de ser vantagens competitivas temporárias e passam a definir a nova régua de sobrevivência para todo o ecossistema de tecnologia.
Kátia Regina de Araújo: uma trajetória internacional de coragem, empreendedorismo e reconhecimento
Após viver aproximadamente 35 anos na Holanda, Kátia Regina de Araújo retornou ao Brasil trazendo uma bagagem de experiências internacionais, liderança e empreendedorismo.
Com uma trajetória profissional marcada por 17 anos de atuação no setor de segurança e gestão aeroportuária na Holanda, onde exerceu funções de liderança e supervisão regional, Kátia também acumulou experiência no comércio internacional, especialmente nas áreas de importação e exportação.
Atualmente, é fundadora e CEO da ARÁ-YMÃ Amazônia, empresa voltada ao desenvolvimento e à comercialização de produtos naturais, cafés e oportunidades de negócios nos mercados brasileiro e internacional. Seu projeto busca valorizar a riqueza da Amazônia, conectar produtores a novos mercados e promover oportunidades de crescimento sustentável.
Sua trajetória também ganhou destaque na literatura. Participante da obra coletiva Mulheres Essenciais, apresentada na Bienal do Livro de São Paulo em 2026, Kátia segue desenvolvendo novos projetos literários, incluindo seu livro autoral Você Também Importa.
Em 2026, sua história passou a despertar o interesse de revistas, veículos de comunicação e programas de televisão. Entre os reconhecimentos recebidos e anunciados estão homenagens à sua trajetória profissional, literária e empreendedora, além da Comenda Excelência e Qualidade Brasil 2026, cuja cerimônia está prevista para novembro, em São Paulo.
Mais do que celebrar conquistas, Kátia deseja transmitir uma mensagem de coragem, determinação e esperança.
“Acredito que nunca é tarde para recomeçar, transformar experiências em oportunidades e construir um legado. O verdadeiro sucesso não está apenas nas conquistas, mas também naquilo que podemos oferecer às pessoas e ao mundo.”
Hoje, Kátia representa uma mulher que transformou experiências de vida em novos projetos, unindo empreendedorismo, literatura e propósito.